GALICIA
EL EX JUEZ GARZON REPUDIADO POR LOS ESTUDIANTES DE GALICIA
CONVOCAN A MANIFESTARSE CONTRA SU PRESENCIA EN LA UNIVERSIDAD EL PROXIMO 11 DE FEBRERO
Garzón na Galiza: Estudantes e coletivos antirrepressivos contra a sua presença na Universidade
por Diario Liberdade
Domingo, 09 de Febrero de 2014
CONVOCAN A MANIFESTARSE CONTRA SU PRESENCIA EN LA UNIVERSIDAD EL PROXIMO 11 DE FEBRERO
Garzón na Galiza: Estudantes e coletivos antirrepressivos contra a sua presença na Universidade
por Diario Liberdade
Domingo, 09 de Febrero de 2014
A presença no nosso país do inabilitado juiz espanhol Baltasar Garzón, protagonista durante anos da repressom judicial contra dúzias de independentistas da Galiza, País Basco e Catalunha, provocou já o repúdio de vários coletivos sociais.
AGIR
Contra os torturadores e espanholizadores!
No dia 11 de fevereiro, o ex-juiz da "Audiência Nacional"espanhola Baltasar Garzón tem previsto visitar a Galiza para dar umha conferência na Faculdade de História da USC sobre memória histórica. A charla decorrerá às 12h deste dia.
Se fazemos umha análise do trajecto que este juiz levou a cabo, achamos que algumhas das suas práticas som, quanto menos, próprias dum magistrado franquista mais que dum suposto "exponente de democracia". O senhor Garzón foi o autor de diversos acossos ao povo basco e catalám no que a direitos humanos e lingüísticos se refire. Foi ele quem ordenou o feche de jornais como Egin e Egunkaria, este último era o único jornal escrito integramente em euscara. Todas estas arbitrárias atuaçons estavam justificadas numha suposta vinculaçom com ETA, mas após serem absoltos os seus responsáveis nom puiderom seguir exercendo a sua atividade e compromisso cultural, já que Garzón se encarregou de levar às distintas empresas à ruína. Isto é umha mostra mais do rol reacionário e espanholizador de Baltasar Garzón.
Foi um dos principais artífices de boa parte das tentativas de eliminaçom dos movimentos independentistas bascos e catalans, tendo alto grau de responsabilidade na ilegalizaçom de Segi, Jarrai, etc. Mas, em palavras de outro ex-juiz da "Audiência Nacional", Joaquín Navarro, Garzón "é um juiz que se inventa quase todo".
Se bem estes factos nos poderiam parecer delitivos, o pior veu da mao da autorizaçom de torturas às/aos pres@s independentistas basc@s e catalans/nas durante os vários anos nos que exercia como magistrado da "Audiência Nacional", um tribunal herdeiro do franquista do Tribunal de Ordem Pública.
No caso catalám, as torturas às que submeteu às/aos detid@s durante o ano 1992, numha operaçom policial sem precedentes, fôrom denunciadas, chegando até o Tribunal Europeio de Direitos Humanos de Estrasburgo, que lhe deu a razom às vítimas. Mas aínda nom tivemos a sorte de ver a Garzón sentado no banco dos acusados por esta causa.
A sua luita contra a dissidência traspassou fronteiras, chegando a importar as suas ideias a Colômbia, onde explicou os seus métodos para combater o independentismo, focalizando as suas políticas nas ventagens da incomunicaçom d@s pres@s para que nom puideram falar com os advogados das "organizaçons criminais".
O mais grave que achamos desde AGIR é que, vendo o seu historial delitivo e espanholizador, é a sua intençom de laurear-se como defensor dos direitos humanos e da memória histórica.
A que memória histórica se refire? Que direitos humanos pretende defender? Nom é nengum tipo de demócrata, senom um juíz amparador da tortura cruel que, aínda por cima, gozou do apoio e complacência do aparelho do Estado espanhol sob mandado de Felipe González, na etapa dos GAL. As suas práticas fôrom penadas por organismos legislativos internacionais, polo que lhe podemos chamar, sem medo a nos equivocar, criminoso.
O estudantado rebelde e revolucionário organizado em AGIR nom permitirá que este agente fascista venha às nossas universidades públicas, financiado polos nosso dinheiro sem ter nós voz nem voto.
FORA FASCISTAS DA USC !
GARZÓN, NOM ÉS BEM-VINDO !
EUSKAL HERRIA / PAIS VASCO
El pueblo de Elorrio despide a Arkaitz Bellon clamando contra la política carcelaria
Contra os torturadores e espanholizadores!
No dia 11 de fevereiro, o ex-juiz da "Audiência Nacional"espanhola Baltasar Garzón tem previsto visitar a Galiza para dar umha conferência na Faculdade de História da USC sobre memória histórica. A charla decorrerá às 12h deste dia.
Se fazemos umha análise do trajecto que este juiz levou a cabo, achamos que algumhas das suas práticas som, quanto menos, próprias dum magistrado franquista mais que dum suposto "exponente de democracia". O senhor Garzón foi o autor de diversos acossos ao povo basco e catalám no que a direitos humanos e lingüísticos se refire. Foi ele quem ordenou o feche de jornais como Egin e Egunkaria, este último era o único jornal escrito integramente em euscara. Todas estas arbitrárias atuaçons estavam justificadas numha suposta vinculaçom com ETA, mas após serem absoltos os seus responsáveis nom puiderom seguir exercendo a sua atividade e compromisso cultural, já que Garzón se encarregou de levar às distintas empresas à ruína. Isto é umha mostra mais do rol reacionário e espanholizador de Baltasar Garzón.
Foi um dos principais artífices de boa parte das tentativas de eliminaçom dos movimentos independentistas bascos e catalans, tendo alto grau de responsabilidade na ilegalizaçom de Segi, Jarrai, etc. Mas, em palavras de outro ex-juiz da "Audiência Nacional", Joaquín Navarro, Garzón "é um juiz que se inventa quase todo".
Se bem estes factos nos poderiam parecer delitivos, o pior veu da mao da autorizaçom de torturas às/aos pres@s independentistas basc@s e catalans/nas durante os vários anos nos que exercia como magistrado da "Audiência Nacional", um tribunal herdeiro do franquista do Tribunal de Ordem Pública.
No caso catalám, as torturas às que submeteu às/aos detid@s durante o ano 1992, numha operaçom policial sem precedentes, fôrom denunciadas, chegando até o Tribunal Europeio de Direitos Humanos de Estrasburgo, que lhe deu a razom às vítimas. Mas aínda nom tivemos a sorte de ver a Garzón sentado no banco dos acusados por esta causa.
A sua luita contra a dissidência traspassou fronteiras, chegando a importar as suas ideias a Colômbia, onde explicou os seus métodos para combater o independentismo, focalizando as suas políticas nas ventagens da incomunicaçom d@s pres@s para que nom puideram falar com os advogados das "organizaçons criminais".
O mais grave que achamos desde AGIR é que, vendo o seu historial delitivo e espanholizador, é a sua intençom de laurear-se como defensor dos direitos humanos e da memória histórica.
A que memória histórica se refire? Que direitos humanos pretende defender? Nom é nengum tipo de demócrata, senom um juíz amparador da tortura cruel que, aínda por cima, gozou do apoio e complacência do aparelho do Estado espanhol sob mandado de Felipe González, na etapa dos GAL. As suas práticas fôrom penadas por organismos legislativos internacionais, polo que lhe podemos chamar, sem medo a nos equivocar, criminoso.
O estudantado rebelde e revolucionário organizado em AGIR nom permitirá que este agente fascista venha às nossas universidades públicas, financiado polos nosso dinheiro sem ter nós voz nem voto.
FORA FASCISTAS DA USC !
GARZÓN, NOM ÉS BEM-VINDO !
El pueblo de Elorrio despide a Arkaitz Bellon clamando contra la política carcelaria
Elorrio despidió ayer a Arkaitz Bellon sumido en el dolor por la repentina pérdida pero donde miles de voces clamaron contra la política carcelaria que acabó con la vida del preso tras años de vulneración de derechos. En un emotivo acto, al final de una manifestación en la que participaron 8.000 personas, amigos del prisionero animaron a seguir trabajando para que Pantxi sea el último. «Esta política vengativa tiene que acabar», dijeron en una plaza abarrotada.
«Tu muerte no ha sido natural. Ha sido consecuencia de una política penitenciaria vengativa, nada natural», manifestó el portavoz de los amigos y familiares de Arkaitz Bellon ante las miles de personas que abarrotaban la herriko plaza a la conclusión de la movilización que ayer a la tarde recorrió Elorrio.
Detrás, los allegados del preso que apareció muerto el miércoles a la tarde en su celda de Puerto I, abrazados y con lágrimas como muchas de las personas que con el corazón encogido corearon una y otra vez que el pueblo no perdona y que lucharán para que Bellon sea el último. Quien se encargó de cerrar el acto no se olvidó de recordar que un mes de febrero de hace 17 años la villa vizcaina despidió a otro vecino víctima de la política carcelaria, Jose Mari Aranzamendi Arbulu, Katxue.
También que trabajarán porque el sueño de su amigo -aquel que le llevó a asumir compromisos con su país y le supuso conocer en primera persona la realidad de una política carcelaria cruel a su paso por Valdemoro, Ocaña, Herrera, Algeciras, Puerto III, Sevilla y Puerto I- se haga realidad. Antes, volvieron a recordar el perfil de Arkaitz Bellon Blanco, «trabajador, joven y comprometido». «Hemos vivido muy de cerca estos largos y duros trece años de prisión», enfatizó, para añadir instantes después que ellos -sus amigos-, su familia y una mayoría social en Euskal Herria consideran que su óbito en una celda de una prisión andaluza no ha sido «natural» sino consecuencia de lo que le tocó sufrir en las distintas cárceles españolas.
Un momento emotivo vino a continuación, cuando se entonó ``Lepoan hartu'', al que siguieron gritos de «herriak ez du barkatuko», antes de que al iniciarse el canto de ``Eusko gudariak'' cientos de puños se alzaron, al igual que a los sucesivos «goras», que finalizaron con uno a Pantxi y Katxue. Las lágrimas para entonces corrían por muchas mejillas viendo la entereza con que familia y amigos agradecían el arrope que se les había dado en los últimos días.
Era el colofón a la manifestación convocada por los amigos del preso, a cuyo frente se situaron también sus familiares. Con una herriko plaza a rebosar, la cabeza de la manifestación partió junto a la casa consistorial para enfilar hacia Erreka kalea. Al frente, dos retratos de Arkaitz Blanco, seguidos de una gran ikurriña con crespón negro y la pancarta con el lema ``Espetxe politika honi ez, sakabanaketa amaitu''.
Entre un mar de paraguas, en una tarde fría y lluviosa, la marcha emprendió con dificultad entre consignas como «Jo ta ke irabazi arte», «Arkaitz gogoan zaitugu», «borroka da bide bakarra», «Arkaitz gudari agur eta ohore», «espetxeak apurtu» o «amnistiarik gabe bakerik ez». Tras recorrer la estrecha Erreka kalea, la comitiva continuó por Urarka kalea y al pasar ante el batzoki se sucedieron los gritos de «PP hiltzailea PNV laguntzailea» y «PNV español».
Para entonces no era posible valorar la respuesta a la convocatoria. Estaba claro que era importante pero todavía eran miles las personas que aguardaban en la herriko plaza para emprender la marcha. Cuando la cabeza de la manifestación ascendía por la calle Elizburu, junto a Arriola Antzokia y gaztetxe, algunos no habían salido del punto de partida.
Eran 8.000 personas que repetían que no olvidarán a Arkaitz Bellon Blanco, un joven comprometido que después de trece duros años en las cárceles, salpicados de agresiones, murió solo en su celda de Puerto I cuando debía llevar tres años junto a sus seres queridos.
Entre quienes participaron en la multitudinaria protesta, muchos familiares y amigos de represaliados con la pañoleta de Etxerat. También una amplia delegación de Sortu, con Hasier Arraiz, Pernando Barrena y Josean Agirre al frente, o los parlamentarios de EH Bildu Laura Mintegi y Julen Arzuaga.
A su paso por las diferentes localidades de Durangaldea, cientos de personas saludaron su paso entre ikurriñas con crespón negro e ikurras de presos. Al mediodía, la comitiva alcanzaba Elorrio, donde una multitud recibió al cadáver entre lágrimas y muestras de apoyo a los familiares. Entre ellos, una amplia representación de la izquierda abertzale, con dirigentes de Sortu, cargos públicos de EH Bildu y la secretaria general de LAB, Ainhoa Etxaide, encabezando la delegación de la central sindical.
El féretro fue llevado a hombres por sus amigos entre un pasillo de ikurriñas con crespón negro hasta Arriola Antzokia. Allí, de 12.00 a 15.000, estuvo abierta la capilla ardiente después de que los allegados de Arkaitz Bellon participasen en un acto civil privado en el mismo recinto. Por expreso deseo de la familia, no pudieron acceder al interior del teatro los medios de comunicación. A despedirse acudieron cientos de personas que tuvieron que hacer cola para poder tributar su último homenaje al prisionero fallecido.
Detrás, los allegados del preso que apareció muerto el miércoles a la tarde en su celda de Puerto I, abrazados y con lágrimas como muchas de las personas que con el corazón encogido corearon una y otra vez que el pueblo no perdona y que lucharán para que Bellon sea el último. Quien se encargó de cerrar el acto no se olvidó de recordar que un mes de febrero de hace 17 años la villa vizcaina despidió a otro vecino víctima de la política carcelaria, Jose Mari Aranzamendi Arbulu, Katxue.
También que trabajarán porque el sueño de su amigo -aquel que le llevó a asumir compromisos con su país y le supuso conocer en primera persona la realidad de una política carcelaria cruel a su paso por Valdemoro, Ocaña, Herrera, Algeciras, Puerto III, Sevilla y Puerto I- se haga realidad. Antes, volvieron a recordar el perfil de Arkaitz Bellon Blanco, «trabajador, joven y comprometido». «Hemos vivido muy de cerca estos largos y duros trece años de prisión», enfatizó, para añadir instantes después que ellos -sus amigos-, su familia y una mayoría social en Euskal Herria consideran que su óbito en una celda de una prisión andaluza no ha sido «natural» sino consecuencia de lo que le tocó sufrir en las distintas cárceles españolas.
Un momento emotivo vino a continuación, cuando se entonó ``Lepoan hartu'', al que siguieron gritos de «herriak ez du barkatuko», antes de que al iniciarse el canto de ``Eusko gudariak'' cientos de puños se alzaron, al igual que a los sucesivos «goras», que finalizaron con uno a Pantxi y Katxue. Las lágrimas para entonces corrían por muchas mejillas viendo la entereza con que familia y amigos agradecían el arrope que se les había dado en los últimos días.
Era el colofón a la manifestación convocada por los amigos del preso, a cuyo frente se situaron también sus familiares. Con una herriko plaza a rebosar, la cabeza de la manifestación partió junto a la casa consistorial para enfilar hacia Erreka kalea. Al frente, dos retratos de Arkaitz Blanco, seguidos de una gran ikurriña con crespón negro y la pancarta con el lema ``Espetxe politika honi ez, sakabanaketa amaitu''.
Entre un mar de paraguas, en una tarde fría y lluviosa, la marcha emprendió con dificultad entre consignas como «Jo ta ke irabazi arte», «Arkaitz gogoan zaitugu», «borroka da bide bakarra», «Arkaitz gudari agur eta ohore», «espetxeak apurtu» o «amnistiarik gabe bakerik ez». Tras recorrer la estrecha Erreka kalea, la comitiva continuó por Urarka kalea y al pasar ante el batzoki se sucedieron los gritos de «PP hiltzailea PNV laguntzailea» y «PNV español».
Para entonces no era posible valorar la respuesta a la convocatoria. Estaba claro que era importante pero todavía eran miles las personas que aguardaban en la herriko plaza para emprender la marcha. Cuando la cabeza de la manifestación ascendía por la calle Elizburu, junto a Arriola Antzokia y gaztetxe, algunos no habían salido del punto de partida.
Eran 8.000 personas que repetían que no olvidarán a Arkaitz Bellon Blanco, un joven comprometido que después de trece duros años en las cárceles, salpicados de agresiones, murió solo en su celda de Puerto I cuando debía llevar tres años junto a sus seres queridos.
Entre quienes participaron en la multitudinaria protesta, muchos familiares y amigos de represaliados con la pañoleta de Etxerat. También una amplia delegación de Sortu, con Hasier Arraiz, Pernando Barrena y Josean Agirre al frente, o los parlamentarios de EH Bildu Laura Mintegi y Julen Arzuaga.
Recibimiento multitudinario
Si la manifestación de la tarde fue numerosa, también lo fue la llegada que se brindó por la mañana a los restos del prisionero. Tras recorrer 1.000 kilómetros desde Cádiz, en torno a las 8.00 el coche fúnebre y los vehículos que le acompañaban tuvo un primer recibimiento en Otxandio. Más tarde, acudieron al velatorio de Iurreta, de donde partió hacia las 11.20 una caravana de coches hacia el municipio natal de la última víctima de la dispersión.A su paso por las diferentes localidades de Durangaldea, cientos de personas saludaron su paso entre ikurriñas con crespón negro e ikurras de presos. Al mediodía, la comitiva alcanzaba Elorrio, donde una multitud recibió al cadáver entre lágrimas y muestras de apoyo a los familiares. Entre ellos, una amplia representación de la izquierda abertzale, con dirigentes de Sortu, cargos públicos de EH Bildu y la secretaria general de LAB, Ainhoa Etxaide, encabezando la delegación de la central sindical.
El féretro fue llevado a hombres por sus amigos entre un pasillo de ikurriñas con crespón negro hasta Arriola Antzokia. Allí, de 12.00 a 15.000, estuvo abierta la capilla ardiente después de que los allegados de Arkaitz Bellon participasen en un acto civil privado en el mismo recinto. Por expreso deseo de la familia, no pudieron acceder al interior del teatro los medios de comunicación. A despedirse acudieron cientos de personas que tuvieron que hacer cola para poder tributar su último homenaje al prisionero fallecido.
Colectivo de Presas y Presos Políticos Vascos (EPPK): «Tu muerte es consecuencia directa de una política diseñada por los estados»
El Colectivo de Presos Políticos Vascos (EPPK) ha remitido un comunicado con motivo de la muerte en su celda de Puerto de San María de Arkaitz Bellon donde además de dar su «pésame más sentido» a los familiares y amigos del prisionero, afirma que su fallecimiento «es consecuencia directa de una estrategia política y represiva bien diseñada por los estados para ahogar la lucha de liberación». «Al parecer, la fotografía de tu muerte no tiene rastros de violencia» afirma el comunicado, para preguntar a continuación: «¿dónde estarán los cardenales producidos por las palizas sufridas en Alcalá, Algeciras, Puerto III o Sevilla? ¿Dónde los zarpazos de la violencia que generan sin cesar la soledad, el aislamiento y la cárcel? ¿Dónde el dolor y el miedo?».
Las primeras líneas del comunicado están destinadas al compañero fallecido, a quien los presos y presas políticas vascas le recuerdan que «te hemos tenido como compañero en ese espacio de lucha que es para nosotros la cárcel. Hemos compartido el dolor por la pérdida de los otros compañeros que nos han matado. En esta ocasión, es el dolor de tu pérdida el que compartimos entre el resto de compañeros».
EPPK recuerda que sus componentes son «herederos de un recorrido político de décadas» y que en este tiempo han conocido «numerosas heridas, muertes, lágrimas, y también muchos encierros, huelgas de hambre y de sed, plantes y diferentes formas de lucha», «dando aliento al ansia de libertad de nuestro pueblo, tan militantes como cuando estábamos fuera». En este sentido, tras compartir el dolor de los allegados de Arkaitz Bellon, los integrantes del colectivo se dirigen a quienes «quieren perpetuar el conflicto» para decirles que «nosotros tenemos la decisión tomada, Euskal Herria necesita la libertad y en ese camino nos ratificamos en nuestra posición política, y responderemos a lo de hoy con una actitud de lucha».
Y, dirigiéndose después a la sociedad vasca, los prisioneros y prisioneras señalan que «está en manos de todos, en el camino hacia nuestro regreso a casa, acabar con esta criminal política de dispersión. Acabar con las dolorosas medidas de excepción». A juicio de EPPK «es momento de decir ¡Basta ya! y del compromiso de todos y todas». GARA
Las primeras líneas del comunicado están destinadas al compañero fallecido, a quien los presos y presas políticas vascas le recuerdan que «te hemos tenido como compañero en ese espacio de lucha que es para nosotros la cárcel. Hemos compartido el dolor por la pérdida de los otros compañeros que nos han matado. En esta ocasión, es el dolor de tu pérdida el que compartimos entre el resto de compañeros».
EPPK recuerda que sus componentes son «herederos de un recorrido político de décadas» y que en este tiempo han conocido «numerosas heridas, muertes, lágrimas, y también muchos encierros, huelgas de hambre y de sed, plantes y diferentes formas de lucha», «dando aliento al ansia de libertad de nuestro pueblo, tan militantes como cuando estábamos fuera». En este sentido, tras compartir el dolor de los allegados de Arkaitz Bellon, los integrantes del colectivo se dirigen a quienes «quieren perpetuar el conflicto» para decirles que «nosotros tenemos la decisión tomada, Euskal Herria necesita la libertad y en ese camino nos ratificamos en nuestra posición política, y responderemos a lo de hoy con una actitud de lucha».
Y, dirigiéndose después a la sociedad vasca, los prisioneros y prisioneras señalan que «está en manos de todos, en el camino hacia nuestro regreso a casa, acabar con esta criminal política de dispersión. Acabar con las dolorosas medidas de excepción». A juicio de EPPK «es momento de decir ¡Basta ya! y del compromiso de todos y todas». GARA
Accidente de familiares
Tres amigos de los presos Harriet Iragi y Raúl Alonso sufrieron ayer un accidente cuando se dirigían a una visita a la cárcel de Castellón II. A pesar de que el vehículo tuvo daños y ellos golpes al chocar contra un jabalí, lograron acudir a la visita.
La muerte de un preso vasco, el ex juez Garzón y los mil disfraces de la impunidad
por Iniciativa Garzón en Argentina
por Iniciativa Garzón en Argentina
Arropado por una multitud solidaria y consternada, este pasado sábado fue homenajeado en su pueblo natal de Elorrio, el prisionero político vasco Arkaitz Bellón, la última víctima de una política asesina llevada a cabo por el gobierno español, desde que se aplica esa doble condena que significa la dispersión.
Arkaitz, murió en la cárcel de exterminio de Puerto Santa María, en Cádiz y la autopsia forense señala alegremente que su deceso se produjo por ""muerte súbita por causas naturales". Lo de "natural" suena a eufemismo en las condiciones en que se hallan centenares de presos y presas vascas desde hace décadas.
¿Quién era Arkaitz Bellón? Un chico entrañable, solidario, deportista, buen amigo. Así lo describen quienes lo trataban en su pueblo, cuando a la edad de 23 años se comprometió con la militancia independentista y participó, en el año 2000, en una de las tantas manifestaciones de protesta contra la dominación española, realizadas con motivo de las fiestas de la ciudad de San Sebastián. Lo detuvieron por un hecho que hubiera sido clasificado de menor en cualquier parte del planeta, en donde este tipo de movilizaciones se castigan con una multa.
Pero en Euskal Herria las cosas son muy distintas y más aún si los que se rebelan son vascos o vascas. Por eso el joven Arkaitz fue condenado a 13 años de cárcel, en uno de esos tantos juicios-farsa con magistrados como el ex juez
Baltasar Garzón.
Gran parte de esa condena, Arkaitz la cumplió en condiciones de aislamiento total. Además lo "pasearon", gracias a la política de dispersión impuesta por el PSOE y el PP, por numerosos penales, en los que fue golpeado, ultrajado y muchas veces acorralado. Sin embargo Arkaitz resistió como pudo, y jamás dejó de sumarse a las medidas de fuerza que el Colectivo de presos y presas vascas lanzara para protestar precisamente por las extremas medidas carcelarias que soportan, y que desde siempre los han convertido en rehenes del Estado.
En marzo pasado, Arkaitz se encontraba en la cárcel de Sevilla II, donde recibió una brutal paliza por parte de funcionarios en el transcurso de un registro de su celda; era el tercer episodio similar que vivieron en pocas semanas a presos vascos. Son esos datos los que acumulan información para hablar o no de "causas naturales", a la hora de analizar cómo y por qué mueren los presos vascos en los calabozos.
Más aún, si España fuera un pais democrático como suelen pregonar sus defensores, Arkaitz Bellón deberia haber estado en la calle hace tres años, ya que eso es lo que sucede con cualquier detenido que cumple las tres terceras partes de su condena, por más injusta que haya sido esta. Pero España es lo que es, un Estado regido por poderes fácticos que, desde la Monarquía hasta la Guardia Civil, pasando por políticos corruptos y enredados en mil chanchullos ilegales, gobiernan con total impunidad.
Entre esa retahila de protectores y ejecutores de la criminalidad contra los que luchan en el País Vasco o en Catalunya, están los jueces. Y allí sí que se puede hablar de alevosía para perseguir e intentar aniquilar a cualquier persona que ose disentir.
Uno de estos jueces estrella, a la hora de reprimir y aplicar doctrina (copiada al detalle de las usinas estadounidenses) se llama Baltasar Garzón, residente actualmente en Buenos Aires, donde funge de tener DNI y ser subsecretario del área de Derechos Humanos.
Garzón colaboró (se sabe, se puede investigar, hay mil pruebas que lo certifican) activamente en crear fórmulas represivas contra los militantes vascos, catalanes, gallegos y de otras nacionalidades. Lo hizo cumpliendo un esquema por él mismo ideado, y avalado por los distintos gobiernos españoles de las últimas décadas.
Tal fue la embestida represiva, que varios organismos internacionales de defensa de los derechos humanos se vieron obligados a tomar parte en las condenas al gobierno español por causas montadas por Garzón y que terminaron con presos y presas torturados brutalmente. Allí están como muestra los informes de Amnistía Internacional y los del Comisionado de la ONU, Theo Van Boven.
A sabiendas de esa currícula que en cualquier rincón del planeta serviría para acusarlo de inquisidor, Garzón armó también una estrategia para blanquearse. Para ello, ya que no lo podía hacer en su propia tierra porque sus antecedentes de avalador de la tortura e ilegalizador de partidos políticos, de editoriales, diarios, revistas y radios, que terminaban con periodistas, escritores y demás intelectuales vascos tras las rejas, el ex juez comenzó a dar pasos en Latinoamérica, disfrazándose de "progresista". Primero generó sumarios contra militares chilenos o argentinos, instancias que luego quedaban en nada, como gran parte de los que este mediático juez ha ido construyendo a lo largo de su carrera. Tanto es así, que varios de sus colegas, como el fallecido juez Joaquín Navarro, lo denunciaron públicamente.
Por último, decidió convertirse en el conferencista de moda, que un día habla de asuntos inherentes a la política argentina, al otro día viaja a Ecuador, luego pasa por Colombia, recala en Washington o participa de un foro sobre el Plan Cóndor en Paris, y si le queda tiempo pone la cara en el acto de presentación de una nueva nieta recuperada por las Abuelas de Plaza de Mayo. ¿Con qué dinero se mueve? ¿Quienes lo protegen a nivel internacional para que los antecedentes del pasado no ensucien su carrera actual? Son todas preguntas que duelen formularlas y que aún siguen sin respuesta.
Lo cierto es que Arkaitz Bellon ha muerto. Y que la "doctrina Garzón", aplicada a rajatabla por los actuales jerarcas españoles, no es ajena a este hecho.
Lo cierto es que recientemente, el Tribunal de Estrasburgo tuvo que obligar al gobierno español a liberar a dos docenas de presos y presas que deberían haber estado en la calle hace años. Y de estos castigos prolongados en las detenciones, también tiene mucho que decir el ex juez Garzón.
Lo cierto es que aún quedan en la cárcel alrededor de 600 presos y presas vascas, obstaculizando de esta manera el proceso de paz unilateral llevado a cabo por el independentismo de ese país. Y gran parte de esos condenados (varios de ellos a penas de más de 20 años de prisión), tienen que ver con las argucias ilegales impuestas por Garzón.
Por supuesto, que sabiendo esto, no eludiendo los datos que se amontonan en los archivos, no resucitaremos a Arkaitz y a tantos otros, pero han de servir para que por lo menos quede claro que mientras muchos callaban o miraban a un costado con cara de preguntar "qué les pasa a estos tipos con Garzón', otros no duden en señalar al ex juez como un cuerpo extraño a la historia de lucha, de resistencia y de compromiso de nuestros pueblos.
Miles se manifiestan en Madrid contra la reforma a la ley del aborto
Madrid. Miles de mujeres marcharon este sábado por las calles del centro de Madrid para protestar contra el proyecto de ley elaborado por el gobierno conservador de Mariano Rajoy para restringir el aborto.
Las manifestantes gritaron consignas como "¡Aborto libre!" o "Gallardón dimisión", en referencia al ministro de Justicia, Alberto Ruiz-Gallardón, artífice de la nueva ley.
En algunas de las pancartas que enarbolaban podía leerse "Rosarios y parlementarios, fuera de mis ovarios", en relación a la supuesta presión de la Iglesia católica española en esta reforma.
Los obispos españoles calificaron de "avance positivo" el proyecto, aprobado por el consejo de ministros el 20 de diciembre, que modifica la ley del aborto aprobada en 2010 bajo el anterior gobierno socialista.
Esta permite actualmente la interrupción voluntaria del embarazo hasta las 14 semanas a todas las mujeres y hasta las 22 semanas en caso de malformación del feto.
La reforma anula dichos plazos y recoge sólo dos supuestos en los que el aborto será legal en España: violación o "grave peligro" para la salud física o psíquica de la madre.
El nuevo texto, que fue denunciado como un retroceso por las feministas y la oposición de izquierda, no contempla, a diferencia de la primera ley del aborto de la democracia española, aprobada en 1985, la interrupción del embarazo en caso de malformación del feto.
"La ley quiere hacernos volver a hace 40 años", afirmaba una manifestante, Concha Merín, de 42 años, que viajó desde la región de Extremadura, en el oeste del país, para participar en la protesta en Madrid.
"Tengo dos hijas, a ellas les puede afectar. Estoy pensando en las libertades en general de todas las mujeres", agregaba.
Las manifestantes, principalmente mujeres de todas las edades, acompañadas por representantes de pequeños partidos políticos, marcharon frente al ministerio de Justicia.
El proyecto de ley presentado por Ruiz-Gallardón causó división en el seno del gobernante Partido Popular (PP, derecha) y todavía no fue debatido en el Parlamento, dominado por la formación de Rajoy pero donde se pidió una votación secreta.
Este retraso fue criticado por los activistas antiaborto y por la jerarquía eclesiástica.
"La iglesia no deber meterse en la política", consideró Merín.
Ocho detenidos en Madrid tras una manifestación contra la "represión" de la 'ley mordaza'
Miles de antifascistas recorrieron la ciudad para pedir el fin del "Estado policial"
Madrid 08/02/2014
Las manifestantes gritaron consignas como "¡Aborto libre!" o "Gallardón dimisión", en referencia al ministro de Justicia, Alberto Ruiz-Gallardón, artífice de la nueva ley.
En algunas de las pancartas que enarbolaban podía leerse "Rosarios y parlementarios, fuera de mis ovarios", en relación a la supuesta presión de la Iglesia católica española en esta reforma.
Los obispos españoles calificaron de "avance positivo" el proyecto, aprobado por el consejo de ministros el 20 de diciembre, que modifica la ley del aborto aprobada en 2010 bajo el anterior gobierno socialista.
Esta permite actualmente la interrupción voluntaria del embarazo hasta las 14 semanas a todas las mujeres y hasta las 22 semanas en caso de malformación del feto.
La reforma anula dichos plazos y recoge sólo dos supuestos en los que el aborto será legal en España: violación o "grave peligro" para la salud física o psíquica de la madre.
El nuevo texto, que fue denunciado como un retroceso por las feministas y la oposición de izquierda, no contempla, a diferencia de la primera ley del aborto de la democracia española, aprobada en 1985, la interrupción del embarazo en caso de malformación del feto.
"La ley quiere hacernos volver a hace 40 años", afirmaba una manifestante, Concha Merín, de 42 años, que viajó desde la región de Extremadura, en el oeste del país, para participar en la protesta en Madrid.
"Tengo dos hijas, a ellas les puede afectar. Estoy pensando en las libertades en general de todas las mujeres", agregaba.
Las manifestantes, principalmente mujeres de todas las edades, acompañadas por representantes de pequeños partidos políticos, marcharon frente al ministerio de Justicia.
El proyecto de ley presentado por Ruiz-Gallardón causó división en el seno del gobernante Partido Popular (PP, derecha) y todavía no fue debatido en el Parlamento, dominado por la formación de Rajoy pero donde se pidió una votación secreta.
Este retraso fue criticado por los activistas antiaborto y por la jerarquía eclesiástica.
"La iglesia no deber meterse en la política", consideró Merín.
Miles de antifascistas recorrieron la ciudad para pedir el fin del "Estado policial"
Madrid 08/02/2014
Contra la "gran represión" impuesta por parte "de todas las instituciones del Estado", especialmente desde que el Gobierno de Mariano Rajoy dio el visto bueno a la Ley de Seguridad Ciudadana impulsada por el titular de Justicia, Alberto Ruiz-Gallardón. Ese es el principal motivo por el que miles de antifascistas han salido este sábado a las calles de Madrid, convocados por las decenas de organizaciones que conforman la Red Solidaria Antirrepresiva. Otros colectivos como el de los yayoflautas del 15-M, la Coordinadora 25-S o Stop Desahucios también acudieron a la marcha, que finalizó con ocho detenidos.
"Defendemos los derechos que hemos conquistado durante tantos años; derechos que ahora nos quieren quitar", explicó el portavoz de la Red, Damián Caballero. "Desde el punto de vista democrático, el Estado policial que quieren imponer no tiene sentido", denunció a este diario mientras el resto de manifestantes pedía la dimisión de la delegada del Gobierno en Madrid, Cristina Cifuentes.
"Madrid será la tumba del fascismo", "La voz del pueblo no es ilegal" o "Menos escolta, que no somos el rey" fueron algunos de los gritos más coreados durante la marcha entre Cibeles y Plaza España. Entre la multitud (los convocantes estiman que acudieron casi 5.000 personas, algunas de ellas encapuchadas y rodeadas de un gran cordón de antidisturbios) destacaban banderas comunistas, republicanas, antifascistas y carteles con lemas como "¿Protestar es terrorismo?" o "Con grises, hoy azules, Franco ha vuelto". La manifestación, que había trasncurrido de forma pacífica, terminó con ocho personas detenidas por "desórdenes públicos", según informó la Policía Nacional aEuropa Press. En concreto, se han producido seis detenciones en la plaza del 2 de Mayo y otras dos en la Glorieta de Bilbao.
Y aunque la convocatoria nada tenía que ver con la declaración de la infanta ante el juez Castro, algunos manifestantes aprovecharon también para cargar contra la familia real y hacer gala de su republicanismo. Como Pepe Espinosa, un "abuelo del 15-M" que lucía una pegatina con las caras de Franco, el rey y el príncipe Felipe. "El padre, el hijo y el Espíritu Santo", bromeó. Pero su mensaje estaba claro: "Corruptos fuera. El poder para el pueblo", sentenciaba el adhesivo, que ya anunciaba una futura movilización para el próximo 14 de abril.
"Tuitear no es delito"
La llamada ley mordaza impone cuantiosas multas por convocar "concentraciones no comunicadas ante instituciones del Estado" u "obstruir a la autoridad en la ejecución de sus decisiones administrativas o judiciales, como en los desahucios", entre otras cuestiones. De hecho, según Caballero, "ya están empezando a detener a compañeros por expresar sus opiniones en Twitter". "Y eso no es un delito, nunca lo ha sido, están vulnerando el derecho a la libertad de expresión", apostilla, enfadada, una mujer que también portaba la pancarta de cabecera. ¿El lema? "Contra su represión, nuestra resistencia".
No obstante, la ley mordaza no fue el único centro de la diana para los manifestantes. Otras normativas como la contrarreforma de la ley del aborto impulsada también porGallardón y la petición de la alcaldesa de Madrid, Ana Botella, para que se endurezca el derecho a huelga de los trabajadores son también motivos de "lucha" para la Red Solidaria Antirrepresiva. Además, la plataforma ya prepara nuevas movilizaciones "para exigir al Ministerio de Interior [que dirige Jorge Fernández Díaz] que no vuelva a ocurrir un genocidio como el de estos días en Ceuta", concluyó Caballero.
"Defendemos los derechos que hemos conquistado durante tantos años; derechos que ahora nos quieren quitar", explicó el portavoz de la Red, Damián Caballero. "Desde el punto de vista democrático, el Estado policial que quieren imponer no tiene sentido", denunció a este diario mientras el resto de manifestantes pedía la dimisión de la delegada del Gobierno en Madrid, Cristina Cifuentes.
"Madrid será la tumba del fascismo", "La voz del pueblo no es ilegal" o "Menos escolta, que no somos el rey" fueron algunos de los gritos más coreados durante la marcha entre Cibeles y Plaza España. Entre la multitud (los convocantes estiman que acudieron casi 5.000 personas, algunas de ellas encapuchadas y rodeadas de un gran cordón de antidisturbios) destacaban banderas comunistas, republicanas, antifascistas y carteles con lemas como "¿Protestar es terrorismo?" o "Con grises, hoy azules, Franco ha vuelto". La manifestación, que había trasncurrido de forma pacífica, terminó con ocho personas detenidas por "desórdenes públicos", según informó la Policía Nacional aEuropa Press. En concreto, se han producido seis detenciones en la plaza del 2 de Mayo y otras dos en la Glorieta de Bilbao.
Y aunque la convocatoria nada tenía que ver con la declaración de la infanta ante el juez Castro, algunos manifestantes aprovecharon también para cargar contra la familia real y hacer gala de su republicanismo. Como Pepe Espinosa, un "abuelo del 15-M" que lucía una pegatina con las caras de Franco, el rey y el príncipe Felipe. "El padre, el hijo y el Espíritu Santo", bromeó. Pero su mensaje estaba claro: "Corruptos fuera. El poder para el pueblo", sentenciaba el adhesivo, que ya anunciaba una futura movilización para el próximo 14 de abril.
"Tuitear no es delito"
La llamada ley mordaza impone cuantiosas multas por convocar "concentraciones no comunicadas ante instituciones del Estado" u "obstruir a la autoridad en la ejecución de sus decisiones administrativas o judiciales, como en los desahucios", entre otras cuestiones. De hecho, según Caballero, "ya están empezando a detener a compañeros por expresar sus opiniones en Twitter". "Y eso no es un delito, nunca lo ha sido, están vulnerando el derecho a la libertad de expresión", apostilla, enfadada, una mujer que también portaba la pancarta de cabecera. ¿El lema? "Contra su represión, nuestra resistencia".
No obstante, la ley mordaza no fue el único centro de la diana para los manifestantes. Otras normativas como la contrarreforma de la ley del aborto impulsada también porGallardón y la petición de la alcaldesa de Madrid, Ana Botella, para que se endurezca el derecho a huelga de los trabajadores son también motivos de "lucha" para la Red Solidaria Antirrepresiva. Además, la plataforma ya prepara nuevas movilizaciones "para exigir al Ministerio de Interior [que dirige Jorge Fernández Díaz] que no vuelva a ocurrir un genocidio como el de estos días en Ceuta", concluyó Caballero.
FUENTE: Público
Envío:DiariosdeUrgencia





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